Fillet a Wellington

Segundo o chef Juan Marí Arzak  “para ser grande na cozinha há que se pensar como as crianças” .Levando em consideração esse  conselho que imagino privilegia a espontaneidade , a curiosidade e a alegria resolvi num fim de semana no campo, na casa de uma filha, fazer o famoso Fillet à Wellington receita conhecida nos quatro cantos do mundo ,mas temida, porque se imagina ser muito difícil. Não é. Na véspera da viagem me dirigi ao Sta. Luzia para comprar os ingredientes.

Uma bela peça de fillet mignon limpa à perfeição como só o Paulo (chef do açougue) sabe limpar, os temperos  e a massa folhada.Era para fazer no almoço do domingo e assim foi.

O almoço seria servido por volta das  14 hs e eu comecei a lidar com a carne mais ou menos  às 12hs. Cortei a parte onde o fillet afina para deixar um pedaço bonito, todo do mesmo tamanho.Temperei com sal ,fondor para carne, não coloquei pimenta do reino porque há restrições a ela na família. Amarrei a carne com barbante para que ela ficasse redonda ao ser selada.

Coloquei um pedaço generoso de manteiga numa frigideira bem aquecida e completei com praticamente a mesma quantidade de óleo (milho ou canola) Dourei a carne por mais ou menos 5 minutos de cada lado e reservei embrulhada em um pano seco.

Uma meia hora antes de ser servido o almoço liguei o forno a 180 graus e abri a massa folhada no tamanho um pouco maior do que a carne. A receita original é com patê de fois gras mas resolvi substituir por presunto de Parma ,menos enjoativo ao nosso paladar. Forrei a massa com o presunto ,cortei o barbante que amarrava a carne e a envolvi na massa e por fim pincelei com  uma gema de ovo. Assadeira untada e polvilhada  Forno por mais ou menos 15 minutos ou até dourar a massa. Ficou muito bom. Para  acompanhar fiz batatas gaufrettes e servi com geléia de pimentas. Hummmm.

Receita de batata gaufrette

Para   4   pessoas

Cortar em rodelas finas ¹/² kg de batatas inglesas,levar a ferver com água e sal.Quando levantar fervura desligar e escorrer.

escolher um recipiente refratário que possa ir à mesa. Individual (cocottes) ou uma forma grande. Intercalar uma camada de batata

com creme de leite e queijo parmezon até usar toda a batata. Colocar no forno para dourar

Aproveitem do prazer de ver e comer essa carne .Fica dos deuses.

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8 opiniões sobre “Fillet a Wellington

  1. Não ficou muito bom, ficou DIVIIINO, inesquecível!!! Que delicia!! E como diria uma criança: de novo, de novo, de novo!!!!

  2. Sheila Castello

    Olha e eu quero o bico hem??? que nem o de pão!!!!! rsrsrs

  3. Nossa a ponta (bico) é dez. As duas são suas.

  4. Nossa só de olhar da água na boca…

  5. Vou experimentar na casa de itaipava da Paulinha, minha filhota. Ela adora cozinhar e eu que não sei estou até até aprendendo. beijos
    Cisco

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